Rio de Janeiro :: Museu do Amanhã + Grafites + MAR

Museu do Amanhã visto do mirante do MAR (Museu de Arte do Rio). Foto: Débora Costa e Silva

Museu do Amanhã visto do mirante do MAR (Museu de Arte do Rio). Foto: Débora Costa e Silva

É difícil falar dessa nova atração do Rio sem entrar em um ciclo de deslumbramento (incrível, fascinante, lindo e por aí vai), mas vou tentar rs. É porque realmente o Museu do Amanhã é de impressionar, tanto por fora com sua arquitetura moderna e arrojada, quanto por dentro, com uma exposição interativa que abusa da tecnologia de um jeito bem diferente do que já vi em outros espaços culturais no Brasil. Não à toa, foi o museu mais visitado do país em 2016 – muito por conta também dos Jogos Olímpicos, claro, mas não duvido que siga no topo da lista nos próximos anos.

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Na verdade, toda a zona portuária do Rio, chamada de Porto Maravilha e onde está o museu, atraiu muitos turistas durante os eventos esportivos porque também passou por uma mega reforma e revitalização. Há agora o VLT (Veículo Leve sobre os Trilhos), um bonde elétrico todo moderno que circula por ali, melhorando o acesso à região. Tem também outro museu bem legal, o MAR (Museu de Arte do Rio), murais de grafites, espaços culturais itinerantes, food trucks… É um outro destino dentro do Rio, tinindo de novo e que vale a pena visitar ;-).

Arquitetura do museu

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Eu estava bem curiosa para ver de perto os detalhes do edifício do Museu do Amanhã, projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, que também assina a revitalização do porto de Buenos Aires, a Estação Oriente em Lisboa e o novíssimo Oculus, que abriga o Westfield Mall na área do World Trade Center, em Nova York. A cor branca, formas geométricas e um quê futurista são aspectos recorrentes nos seus trabalhos e estão presentes no museu carioca também.

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“A ideia é que o edifício fosse o mais etéreo possível, quase flutuando sobre o mar, como um barco, um pássaro ou uma planta”, disse o arquiteto no site do museu.

Segundo ele, a forma longilínea foi inspirada nas bromélias do Jardim Botânico e o prédio foi projetado de forma que se integrasse com a paisagem ao redor, deixando à mostra outros patrimônios e atrações no horizonte, como o Mosteiro de São Bento e o próprio MAR que fica logo ao lado.

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A prioridade do museu é a sustentabilidade e isso se reflete tanto no conteúdo da exposição quanto na própria construção e concepção do edifício, cercado por jardins e espelhos d’água.

Entre as ações estão a utilização de água da Baía de Guanabara no sistema de ar-condicionado e a captação de energia solar através de painéis instalados na cobertura – sem contar que o prédio tem bastante entrada de luz natural com enormes janelas de vidro por toda sua extensão.

A exposição

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Para evitar spoilers, fui para lá sabendo bem pouco do conteúdo da exposição para ser surpreendida. Então também não vou entrar muito em detalhes para não estragar o passeio de ninguém.

O que já sabia, e reforço por aqui, é que o museu é bastante interativo, tem diversos quizes e você ganha um cartão eletrônico na entrada para, ao longo do percurso, encostá-lo em painéis e registrar o conteúdo de cada um.

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O lance do “amanhã” tem a ver com o futuro do nosso planeta, colocando como tema central o meio ambiente. A todo momento somos instigados a refletir como estará o mundo daqui a alguns anos com poluição, consumo desenfreado, desmatamento etc.

A exposição promove uma espécie de viagem no tempo para nos mostrar de onde viemos, o que somos hoje e para onde vamos se continuarmos nesse ritmo por meio de imagens em painéis de diferentes formatos – alguns que vão até o teto e causam um impacto pela grandeza, outros menores espalhados em salas temáticas. Todo o conteúdo é dividido em cinco etapas: Cosmos, Terra, Antropocentro, Amanhã e Nós.

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A primeira parte do tour foi um dos pontos que mais gostei de toda a exposição. Ao entrar, vamos para uma sala redonda que exibe um filme em 360º, produzido por Fernando Meirelles, com imagens impressionantes do espaço, do planeta Terra, animais e florestas.

Assim que entrei, já fui logo procurando uma cadeira, mas uma amiga que já tinha ido lá deu a dica de deitar em umas almofadas no chão para aproveitar melhor a exibição, feita nas paredes e no teto da sala – e é realmente uma experiência e tanto, dá para esquecer onde se está e viajar junto.

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Também fiquei impactada com a beleza da instalação “Fluxos”, do artista Daniel Wurtzel. São tecidos flutuantes que parecem dançar no ar, com música e jogos de luzes, representando o encontro dos quatro fluxos terrestres: continentes, mares, ventos e luz.

É uma das coisas mais bonitas e poéticas que já vi, poderia ficar lá a tarde toda sem cansar – até porque o movimento é contínuo e não se repete, a cada segundo se vê novas formas dos véus se entrelaçando e voando pela sala.

A única coisa que complica na visita é que é tanta, mas tanta informação que fica difícil de absorver tudo. O impacto rola e nos faz repensar atitudes, mas são muitos números e detalhes que acabam esquecidos depois. Vale ir sem pressa para conseguir ler e aproveitar a maior quantidade de painéis possível, porque é realmente muita coisa – ou então desencanar e fazer um tour mais light.

Grafites no Porto

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Em tempos em que se discute muito sobre arte urbana e grafite – tendo em vista o que rolou em São Paulo no início da nova gestão da Prefeitura -, foi uma experiência bem gratificante passear por diversos murais lindíssimos na área do Porto, logo ao lado do museu. Bem em frente aos trilhos da linha do VLT, estão vários casarões abandonados cheios de cor, mostrando que com arte um lugar ganha novos ares mesmo.

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MAR – Museu de Arte do Rio

Depois de um longo dia de caminhada – afinal, o dia começou para mim no Recreio e até chegar na região central, lá se foram mais de 2 horas, com parada de almoço inclusive -, deram 17h e não tive tempo de conhecer o MAR.

Mas a boa notícia do dia foi descobrir que pelo menos o mirante ainda estava aberto para o público e poderia ser visitado sem ter que pagar a entrada. E vale a pena: é lá de cima que se tem uma das vistas mais bonitas da área nova do porto, com o Museu do Amanhã e a ponte Rio Niterói no horizonte <3.

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:: Serviço Museu do Amanhã ::

Horários: Terça a domingo, das 10h às 18h
Localização: Fica na Praça Mauá, a 10 minutos da estação de metrô Uruguaiana, mas outra opção é descer nas estações Carioca ou Cinelândia e pegar o VLT até a estação Parada dos Museus.
Ingressos: Às terças-feiras é gratuita a entrada. Nos outros dias, a inteira custa R$ 20 e meia R$ 10 – residentes do Rio podem pagar meia entrada levando os documentos específicos (aqui tem mais detalhes). O melhor é garantir e comprar antes pela internet para evitar filas gigantescas e dar com a cara na porta.
Sitehttps://museudoamanha.org.br

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Top 10 :: Atitudes para me tornar uma viajante melhor

Pra começar o ano bem, nada como reciclar maus hábitos e aprimorar os que nos fazem bem, né? Pensando nisso, elaborei uma listinha de atitudes para me tornar uma viajante melhor. Eu curto aproveitar a virada para elencar os desejos para o ano seguinte ou até fazer um balanço do que passou. Acho que é terapêutico e ajuda a colocar as ideias e objetivos em ordem.

Coloquei na lista coisas que vivo prometendo que vou fazer – algumas já consegui um bom avanço, outras ainda estou devendo muito, mas acho que muita gente pode se identificar também. Veja aí se tem alguma que você também tá afim de cumprir 😉

1 – Pesquisar e planejar mais

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Eu tenho a mania de “deixar acontecer naturalmente” nas viagens, como diz o clássico pagode. Por um lado é bom, claro, porque fico mais livre, as coisas fluem melhor, o efeito surpresa rola solto e respeito mais minhas vontades, sem ficar muito presa a um cronograma e ficar tensa por causa disso.

Mas esses benefícios vão até a página 2,  porque acabo perdendo muita coisa legal: descubro um restaurante incrível, um cantinho diferente ou uma atração bacana já perto da volta, ou já em casa, ou descubro que precisava fazer reserva ou que o passeio só tem aos sábados e eu volto pra casa na sexta. Umas pataquadas assim, sabe? O desafio é combinar melhor planejamento com dias e horários livres. Ler mais sobre um lugar, mas não tanto a ponto de estragar algumas surpresas. Enfim, um dia eu chego lá!

2 – Economizar antes…

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Old, but gold. Sem dinheiro não dá para viajar e ponto. Por mais que existam hostels, couch surfing e esquemas para mochileiros, é quase impossível cair na estrada sem um mínimo de planejamento financeiro. E isso tem que ficar como um alerta fixo na cabeça de quem não quer deixar de aproveitar férias e feriados. Economizar no cinema, nas compras, nos jantares, em shows, enfim, não tem como você querer fazer uma viagem grande e fodona sem sentir o impacto no seu dia a dia. Questão de prioridades.

3 – … e durante a viagem também!

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É tão óbvio, mas tô eu aqui ainda fazendo a rycah e gastando muitas vezes sem pensar. Pensamentos como “tô de férias” ou “talvez nunca mais tenha uma chance dessas” acabam me levando a endividamentos desnecessários. Às vezes uma boa pesquisa já ajuda a encontrar jeitos mais econômicos de chegar a algum lugar. Paciência também é necessária – só assim para encontrar uma hospedagem mais barata, por exemplo. E as milhas hein? Você já sabe usar? Eu precisava aproveitar melhor os programas de milhagem para fazer valer a pena de verdade.

3 – Compartilhar menos, viver mais

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Em tempos de Face, Insta, Snap, Periscope e sei lá mais quantas outras redes sociais, é quase irresistível postar uma foto do pôr-do-sol, do prato lindo que chegou pro jantar ou dos pés à beira da piscina. Até porque, temos que lidar com posts de gente linda, realizada e arrasando por aí todo dia. Quando chega sua vez de curtir seu auge, bate uma vontade de gritar pro mundo o quanto você está feliz, sim, ué!

Cada um cada um, mas comigo a sensação é que a internet me rapta e demora a me devolver pro mundo real. Eu entro para postar uma foto e de repente, passei meia hora lendo o que todo mundo postou, cliquei num link, abri o link relacionado, já vi um vídeo… e aí o sol já foi embora, o vento bateu e esfriou a água da piscina, enfim, perdi um momento único que não volta mais. Desconectar é super importante e faz toda a diferença em uma viagem, como já refleti neste post sobre Visconde de Mauá.

4 – Fotografar menos, contemplar mais

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A ideia é bem parecida com a do item anterior, até porque quem está mega conectado também deve já cultivar o hábito de fotografar e registrar tudo e muito. Faço aqui meu mea culpa: eu tiro muita foto, mesmo. Sempre foi assim, mesmo antes de ter câmera mais profissa e estudar o negócio. Depois só piorou, entrou o lado perfeccionista de querer fazer a melhor foto, ir clicando, analisando e repetindo sem limites.

Cheguei ao ponto de observar cenas só através da câmera. Isso é péssimo e já venho trabalhando nisso, de refletir sobre uma foto sem o equipamento colado no olho, observar melhor o lugar, me permitir sentir o clima e pensar melhor na foto que quero fazer. Além do “tiro” ser mais certeiro, consigo contemplar mais a beleza e o momento. Já melhorei bem, mas segue na lista para aprimorar ainda mais, porque ainda tô longe. Sem contar que na hora de editar as fotos… ninguém aguenta!

5 – Comprar menos

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Por mais que freeshops e outlets raramente estejam nas minhas prioridades ou pontos de parada, eu adoro uma feirinha de artesanato ou lojinhas temáticas. E sou “a louca” do souvenir, gosto de trazer algo pra casa pra lembrar da viagem. Mas já deu rs. Não vou condenar aqui quem viaja e gasta horas ou até dias indo em busca de um produto ou melhores preços – não faz meu estilo, mas vai do gosto e da disposição de cada um.

Pra mim só não funciona mais aquela coisa de “ter que comprar algo daqui”. Não gostei? Achei caro? O mercado é longe de tudo? O dinheiro está acabando? Não levo e pronto. Há milhares de outras formas de guardar lembranças de uma viagem. O mesmo para lembrancinhas para amigos e família. Nas primeiras viagens, eu ficava tensa e procurando coisas para os outros, não podia faltar pra ninguém, eu sofria. Mas com o tempo foi ficando cara a brincadeira. Se não trombar com algo que seja a cara de uma pessoa, não compro mais. Em 2015 já super coloquei em prática, que continue assim.

6 – Comer e beber menos

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Aquele lema do “eu tô de férias, eu mereço” super se encaixa aqui também. Afinal, como deixar de comer uma pratada de macarrão, pedir sobremesa e beber um vinho incrível quando está em um lugar novo? Faz parte da experiência, eu mesma já disse centenas de vezes. E faz – só não faz parte se acabar de comer em quantidades absurdas e acima do seu padrão, porque “é férias e tudo bem”. Pelo menos não pra mim, pois o resultado depois não compensa e o discurso do “eu mereço” cai por terra. Olho no espelho e não acho que mereço, não. E bate o arrependimento.

O mesmo vale pra bebidas alcoólicas. Quantas manhãs perdidas em viagens eu já não tive por estar de ressaca? Algumas vezes são escolhas, quero curtir mais a noite do que o dia e tudo bem. Mas ainda assim ainda acho que dá para equilibrar melhor. Como? Bebendo menos e me estragando menos para o resto da viagem.

7 – Me arriscar mais

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Viajar é se abrir para o novo, certo? Então não adianta muita coisa ir para um lugar diferente para fazer as mesmas coisas de sempre, né? Mergulhar com cilindro, entrar na cachoeira gelada, voar de asa delta, comer insetos fritos, andar de patins, dançar forró… a lista pode ser infinita se você estiver disposto.

Às vezes nem sabemos o que poderíamos fazer de diferente, afinal sair da zona de conforto não é nada simples, muito menos automático. Mas se aparecer a chance, tente não desperdiçá-la. Pra mim ainda falta me arriscar mais na gastronomia. Sou chata para comer e queria me jogar mais, mas ainda assim tenho tentado experimentar pelo menos alguma coisa nova toda vez.

8 – Entrar no ritmo e na vibe do lugar

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Esse item acho que vale para qualquer viagem para um destino bem diferente, como países asiáticos ou árabes, onde o choque cultural é grande, mas eu pensei no assunto porque acabei de voltar do Nordeste, onde o ritmo das coisas é pelo menos cinco vezes mais lento que o de São Paulo, onde eu moro. E qual a tendência? Ficar puto, impaciente e irritado com tudo: as pessoas andando mais devagar, o prato do restaurante levando mais de uma hora para sair e por aí vai. Ou até entediado!

Bom, geralmente temos duas escolhas: ou a gente passa a viagem toda de mau humor ou entra no clima e relaxa. Eu sempre digo que sair e se desligar de São paulo demora uns bons dias, mas pra voltar é rapidinho. Então que tal aproveitar e desacelerar, tentar entender o novo ritmo, a forma com que as pessoas lidam com as coisas? Isso pode até trazer mudanças no seu dia-a-dia na volta das férias. Pra mim é sempre difícil o primeiro impacto, mas aos poucos vou me desligando e entrando no clima do lugar – e aí depois sofro tudo de novo quando volto pra São Paulo, mas tudo bem rs.

9 – Escrever sobre a viagem

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Quando comecei a viajar a trabalho, escrevia uma espécie de diário de bordo das viagens, tanto para guardar quanto para facilitar para escrever as matérias depois. Com o tempo, fui confiando na memória, gravando áudios, filmando, enfim, encontrei novas formas de registrar os acontecimentos e parei de escrever. E aí, como já se pode imaginar, muita coisa legal se perdeu 😦

Quero ver se retomo isso durante as viagens ou pelo menos escrever assim que voltar, seja pro blog ou num caderninho. O que já fiz algumas vezes foi anotar em tópicos as coisas mais importantes e já ajudou bem a refrescar a memória. Sei que na hora pode dar preguiça, mas no futuro vai ser uma delícia reler e relembrar cada história.

10 – Ser viajante na cidade onde moro

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Esse é o último item, mas para mim o um dos mais importantes. Acho que desde que comecei a fazer mais fotos já incorporei um pouco mais o espírito de turista na minha própria cidade: reparo mais nos detalhes, nos prédios, nos grafites, nas pessoas, nas cenas do dia-a-dia. Encontrar algo novo e inspirador é possível mesmo nessa São Paulo cinzenta – e aposto que em qualquer lugar do mundo.

Mas a meta pra 2016 não é só ficar flanando por aí, não. Quero ir em mais exposições, shows e curtir melhor o lado cultural da cidade, assim como fazemos quando vamos a um destino europeu, por exemplo. Minha lista de monumentos de São Paulo a visitar ainda é imensa, uma vergonha que preciso e vou corrigir esse ano.

E aí, se identificou com algum item? Discordou de alguma coisa? Tem sugestões? Comente aí! Aproveito e desejo a todos um ótimo ano novo, com muitas viagens pela frente ❤

Links na bagagem :: Leituras da semana #14

Dei um tempinho de links para isso aqui não virar só um blog com minhas leituras favoritas – com a falta de tempo, é fácil fácil isso acontecer. Mas olha, esses dias têm rendido muita coisa bacana, nem sei se vai caber tudo aqui! 😮

Então, excepcionalmente em uma terça-feira, seguem os links das últimas semanas!

Caçador de Aurora Boreal diz perder noção de espaço e tempo com luzes no céu – Vidaria

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Já falei do Vidaria, projeto da Gabriela Gasparin, por aqui. O blog que virou livro reúne textos e entrevistas feitos pela jornalista com pessoas de diferentes mundos, todas respondendo qual é o sentido da vida. Dessa vez, ela conta a história do Marco Brotto, que já fez 15 expedições para o Ártico em busca da Aurora Boreal e já passou por lugares como Noruega , Alasca, Rússia , Islândia , Finlândia e vários outros. Lendo o texto só dá ainda mais vontade de viajar, ver o fenômeno e sentir todas essas sensações que o Marco conta para a Gabi. A foto acima é dele, inclusive 😉

Kama Seatra: What’s Your Sky-High Slumber Style? – The Huffington Post

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Quão sensacional a ideia de fazer um “kamasutra” de posições… para dormir em um avião? Hahaha eu adorei e me vi em várias delas – afinal, cada hora tentamos de um jeito né? Essa posição aí de cima, que escolhi para ilustrar o post, pra mim não funciona muito para dormir, mas ajuda a alongar as costas. E a sua preferida, qual é? Entra lá e relembre esse momento tãããão agradável das viagens 😦 Dá até uma deprê né? Então vamos de link extra: Dicas para (tentar) dormir melhor durante os voos.

Café temático inspirado em Breaking Bad é inaugurado em Istambul – Follow the Colours

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Quero minha passagem para Istambul agora! Outra ideia incrível e realizada de forma super caprichosa. O ambiente é todo inspirado no laboratório de metanfetamina retratado na série, os funcionários usam as roupas que o Walter White e o Jesse usavam na fabricação da substância, há tabela periódica nas paredes e o melhor: eles fazem o cristal azul, só que de açúcar e decora alguns cupcakes vendidos por lá! ❤

Estudo prova que passar pelo menos quatro dias na natureza sem tecnologias aumenta a criatividade em até 50% – Jardim Saúde

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Esse link eu até já compartilhei na página do Papetes no Facebook, indicação da Gabi Gasparin (ela de novo! rs). Smartphone, iPad, Netflix, é tanta coisa que está presente no nosso cotidiano que fica difícil largar em uma viagem. Só que vale a tentativa, agora tem até estudo para comprovar o benefício que se desligar da tecnologia faz com o nosso cérebro e nosso corpo. Sempre lembro daquelas vinhetas da MTV: Desligue a TV e vá ler um livro. Meio por aí 😉

A história das etiquetas de bagagens dos hotéis de São Paulo – SP Antiga

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Para quem curte São Paulo e história, esse site é um prato cheio. O autor Douglas Nascimento é pesquisador e publica um monte de fotos antigas e as origens de bairros, ruas, monumentos, enfim, tudo tudo tudo o que é da historia da cidade. Nesse post, ele compartilha com os leitores seu acervo coleção de etiquetas de bagagem de hotéis de São Paulo. Você sabia que existia isso? Esses adesivos eram super descolados, pois eram uma forma de decorar as malas e registrar por onde passou. É uma viagem no tempo que também revela um pouco da arquitetura dos hotéis da cidade.

Dicas para evitar ser roubado na Europa (principalmente em Barcelona) – Achados

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A Adriana Setti deu umas dicas super práticas para escapar das mãos bobas dos assaltantes na Europa. A gente fica mais tranquilo quando viaja para países europeu, é fato, mas não dá também para relaxar 100% e achar que em lugares movimentados sua bolsa não corre perigo. É bom estar sempre alerta 😉

How To Pronounce The Names of 24 Famous Places You‘ve Mispronounced Your Entire Life – Demilked

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Que tal um pouquinho de aula de pronúncia? Eu to voltando a estudar línguas e to nessa função e achei que esse post veio bem a calhar – ainda mais quando se trata de nomes tipo esse da foto. Mesmo aqueles que você acha que sabe falar, vale dar uma checada, um detalhe ou outro às vezes fazem toda a diferença.

7 dicas para viajar depois dos 60 (ou levar os mais velhos para viajar) – Viaje na Viagem

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Depois do post da Lud sobre hostels que não aceitam pessoas acima de 45 anos (!!!), esse texto recheado de boas dicas da Mariana Amaral, do site do Ricardo Freire, caiu como uma luva. Ela lista cuidados básicos, como a escolha da hospedagem e uma programação mais leve, para quem já está na tal terceira idade – ou para quem planeja viajar com eles. Fica a dica 😉

 

Links na bagagem :: Leituras da semana #9

Essa semana o assunto tá bem variado por aqui. Eu diria até que está numa fase hard news, com assuntos meio incomuns de aparecerem nos noticiários de turismo, tipo Haiti, o museu de armas da Rússia (!?!) e um iraniano dando uma daquelas volta ao mundo muito loucas.

Mas tem também duas dicas mais relacionadas à tecnologia, como o mapa mostra livros para cada destino e o infográfico que revela os lugares mais buscados em banco de imagens. Divirta-se!

O que eu aprendi com o Haiti – 360 Meridianos

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O Gustavo Azeredo conta neste texto suas impressões do país quando esteve por lá turistando. Isso mesmo, ele foi para o Haiti a passeio. Acabou se hospedando em um lugar que era “meio Ong meio hostel” e logo no primeiro dia já presenciou uma manifestação com pedras e pneus queimados. Mas também visitou museu, montanhas, cachoeira e praia com mar caribenho. Inusitado é pouco, vale a pena ler o relato!

Erros que a gente pensa que é muito esperto para cometer em viagens – Go to Gate

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O blog da Bruna Caricati é demais e eu adoro quando ela faz essas listas com dicas mega práticas para viajantes. É o caso desta daqui, que reúne umas coisas que às vezes esquecemos, e outras que nem sabemos. Eu mesma uso super pouco as vantagens do meu cartão de crédito por pura preguiça falta de costume. Outro toque legal é a de verificar bem o carro que vai alugar e fotografar para não pagar por danos que você não causou.

Infográfico traz imagens dos países mais procurados do mundo – Follow the Collors

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Genial este infográfico do banco de imagens Shutterstock, que mostra quais países têm sido mais procurados no sistema. O resultado? Eu jamais acertaria: Madagascar. Outra informação interessante é a palavra-chave mais buscada. A que teve mais crescimento foi “aventura”. É legal para ter uma ideia das tendências de viagens 😉

Putin abre parque temático com armas ao invés de brinquedos – Marcelo Rubens Paiva

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Daquelas coisas surreais que a gente encontra por aí: a Rússia está inaugurando a Disneylândia Militar. O presidente Vladimir Putin criou este parque para celebrar os grandes feitos da URSS, mostrar armas antes secretas e, pior, deixar crianças brincarem com  lançadores de granadas, tanques e afins. No final, a lojinha vende camisetas com o rosto de Putin e banners com dizeres patrióticos da Segunda Guerra. Tem gosto para tudo…

Iraniano para volta ao mundo em barco-bicicleta por multa da receita – Folha de S. Paulo

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Imagine topar no meio do trânsito com essa máquina? Minha amiga Andrezza teve a honra de encontrar esse barco-bicicleta estacionado na garagem do seu prédio e divulgou essa notícia bizarra. Apesar de o cara ter levado uma multa (e ser essa a notícia), eu já fiquei chocada com a aventura inusitada que esse cara se propôs.

Ebrahim Hemmatnia começou sua viagem em Dacar, no Senegal, com destino a Fortaleza. Depois de atravessar o Atlântico, ele veio pedalando até São Paulo. Após resolver as burocracias causadas pela Receita, ele pretende seguir até a Argentina, depois passar pelo Chile e pelo Peru e de lá atravessar o Pacífico até a Austrália! 😮

Google Maps dos livros mostra onde cada história se passa – Catraca Livre

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Minha amiga Maíra que postou esse projeto sensacional, o Lovereading. Uma organização britânica marcou em um mapa as localizações de diversas obras literárias – já são mais de 200! Por enquanto ainda não inclui o Brasil, mas a boa notícia é que qualquer um pode adicionar itens ao mapa. A ideia resultou em uma ferramenta ótima que pode te ajudar a escolher o livro de acordo com o destino ❤

I was going through followers other day – Oh I see Red!

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Pra fechar, um texto que nada tem a ver com viagem, mas com blogs. A artista Red Hong Yi, que faz retratos incríveis de tudo quanto é tipo de material, compartilhou esse manifesto que diz basicamente: não desista do seu blog. O autor conta que vários sites que acompanha dão intervalos longos e às vezes nunca mais voltam a ser atualizados.

Ele pede que insistam em seus relatos, mesmo tendo poucos leitores, pois o objetivo não pode ser só audiência. A ideia é ver o seu blog como uma contribuição sua para o mundo, que cada um tem sua voz e sua visão e nenhuma merece ser descartada. Ler isso me deu ainda mais gás para manter o Papetes atualizado, aconteça o que acontecer 🙂

Links na bagagem :: leituras da semana #4

Essa semana tá cheia de boas leituras! Tem dois livros novos com tema de viagem, museu reinaugurado em Nova York, perrengues na Venezuela e histórias de gente que cozinha para turistas espalhados pelo mundo (aqui no Brasil também tem!). Bora clicar?

Trip Book, um livro que altera a história de acordo com a localização do leitor – Brainstorm 9

Marcelo Rubens Paiva, no vídeo de lançamento do Trip Book

Marcelo Rubens Paiva, no vídeo de lançamento do Trip Book

“A nova tecnologia com o velho prazer de contar uma história”. É a frase que o escritor Marcelo Rubens Paiva usou para definir esse projeto-campanha do programa de milhagens da Gol, o Smiles. Ele escreveu um romance, disponível para e-books, que de acordo com a localização do leitor poderá ter as informações alteradas.

Por exemplo, se você estiver no Rio de Janeiro lendo o livro e viajar para Paris, o enredo vai se transportar para a cidade francesa. A trama continua a mesma, basicamente só mudam as ruas, parques e atrações turísticas. As cidades em que a brincadeira é possível são Lisboa, Buenos Aires, Roma, Rio de Janeiro, Paris e Nova York. Genial, não? Quero ler – conto por aqui depois 😉

Carioca cozinha feijoada para gringos e faz fama em site para viajantes – UOL Comidas e Bebidas

O título fala de um carioca, mas essa foto é de um cozinheiro francês que serve refeições para turistas em Paris. Foto: Divulgação/Eat With via UOL

O título fala de um carioca, mas essa foto é de um cozinheiro francês que serve refeições para turistas em Paris. Foto: Divulgação/Eat With via UOL

A Estefani Reis, do Malaguetas, fez uma reportagem super interessante sobre os aplicativos que promovem encontros gastronômicos pelo mundo, como o Eat With e o Eat Feastly. Na matéria ela explica como funciona esse esquema e conta histórias dos cozinheiros que vêm se dedicando a receber turistas e reunindo pessoas durante as refeições. É tipo um AirBnb de comida! Tô louca para experimentar isso em uma viagem – ou mesmo aqui em São Paulo.

“Isto não é um museu. É uma ideia” – Publico

Edifício do novo Whitney Museum em Nova York. Foto: Público

Edifício do novo Whitney Museum em Nova York. Foto: Público

Até há pouco tempo instalado no Upper East Side, o Whitney Museum foi reinaugurado no bairro Meatpacking, em Nova York, na boca do High Line. O novo prédio foi projetado pelo arquiteto italiano Renzo Piano (o mesmo que fez o Centro Georges Pompidou, em Paris) e a estrutura é toda geométrica – segundo a reportagem, “concebido para reflectir o carácter industrial do núcleo urbanístico onde se insere”.

O museu tem seis andares dedicados a exposições, restaurante, lojinha e terraço com vista para os símbolos de Nova York. E a reportagem traz um pouco da história do museu e o desafio de se reinventar no espaço novo.

7 motivos para você não visitar a Venezuela – Viagem em Pauta

Vista de Caracas, capital da Venezuela. Foto: Julio César Mesa/Flickr-Creative Commons via Viagem em Pauta

Vista de Caracas, capital da Venezuela. Foto: Julio César Mesa/Flickr-Creative Commons via Viagem em Pauta

O Edu Vessoni, repórter e fotógrafo de viagem, passou maus bocados quando foi para a Venezuela durante seu mochilão pela América Latina em 2009. Já se passaram seis anos desde os ocorridos (não foi uma má experiência, foram algumas) mas o alerta continua válido para quem pretende viajar para lá. Conheço gente que foi e não passou por grandes perrengues também, mas é bom ficar atento e, se for, que vá bem prevenido 😉

Fantastic Cities: um livro de colorir para adultos urbanos – Follow the Colours

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Essa dica é especial para quem entrou na onda de colorir livros e é fã do tema viagem. Imagens de Nova York e San Francisco, tanto aéreas quanto de bairros e construções arquitetônicas, estão nas páginas deste livro esperando pelos lápis de cor. Mas calma que ainda falta um tempinho para lançar: só no dia 7 de julho vai estar à venda pelo site da Chronicle Books.

Links na bagagem :: leituras da semana #3

Essa semana peguei dois flashbacks: uma matéria antiga falando das mudanças da tecnologia nas viagens, outra matéria feita agora sobre as transformações que o estilo “mochilão” passou nas últimas décadas. Falando em estilo de viajar, outra forma bacana que está aqui é a troca de casas. Pra terminar, dois links até que parecidos: intervenções artísticas no asfalto de duas grandes cidades.

Mochilão através dos tempos: três gerações contam o que mudou – UOL Viagem

Foto: Cris Marques/Arquivo pessoal - via UOL

Foto: Cris Marques/Arquivo pessoal – via UOL

A Adriana Terra, amiga e parceira do UOL, fez uma matéria incrível sobre mochileiros para o site, contando como era viajar de mochila nas costas por aí nos anos 70 (ainda na ditadura), nos anos 90 (era pré-internet) e nos dias de hoje. Além das diferenças tecnológicas, tipo de hospedagem e transporte, achei legal reparar que antes diário de viagem era uma coisa essencial e hoje vejo pouca gente fazendo.  No fim da reportagem, tem uma tabela comparando cada época.

Quando se afastar significa ficar em contato – UOL Viagem/Reuters

Graças ao TimeHop venho relembrando o que já postei, li, curti e fiz nas redes sociais. E essa foi uma das redescobertas: um texto de 2010 sobre o quanto a tecnologia estava transformando nossas viagens. E, como diria minha mãe, era apenas o começo! O texto fala que as exigências dos turistas estavam mudando, pois eles começavam a priorizar bom sinal do celular e wi-fi. “No passado isso simplesmente não era opção. Viajar significava estar desconectado” é uma das frases que me fez pensar quão rápida foi essa mudança.

Sites de trocas de residências ajudam a viabilizar viagens – O Globo

Foto: Karin Duarte - via O Globo

Foto: Karin Duarte – via O Globo

Sabe o filme “O Amor Não Tira Férias“, com a Kate Winslet, o Jack Black, a Cameron Dias e o Jude Law? Que as mulheres trocam de casa? Então, dá pra brincar disso também sem nem precisar estar em Hollywood – a não ser que ache uma casa legal por lá, vai saber. Essa matéria conta várias histórias bacanas de troca de casas e conta um pouco de como é o serviço de cada site (não tem um nem dois, tem vários, cada um ao seu estilo). É um outro jeito de viajar, quero muito tentar um dia ❤

Behing the making of Our New York Cover – Nytimes

Foto: JR via NYT

Foto: JR via NYT

O artista francês JR é famoso por fotografar pessoas e estampar suas fotos em tamanho gigante – em São Paulo tem diversas obras dele espalhadas por aí. Em Nova York, o projeto em parceria com o New York Times era fazer fotos de imigrantes e colar as imagens em pontos estratégicos da cidade, para mostrar pessoas que frequentemente são consideradas invisíveis.

A imagem do garçom Elmar Aliyev, de 20 anos, do Azerbaijão, foi escolhida para ser colada na Flatiron Plaza, ponto de encontro da Broadway, a 5th Avenue e a East 23rd Street. Neste link, você pode ver mais detalhes da instalação e a cereja do bolo: um timelapse da colagem, com as pessoas passando por cima da obra, literalmente.

Artista usa drone para fazer desenho de pipa “voar” em SP – Folha de S. Paulo

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Foto: Tec via Folha

Na mesma pegada do link anterior (artistas que fazem coisas legais no chão das ruas das cidades), o projeto Pipa me causou impacto. Eu tava no feed do Instagram quando vi esse vídeo e fiquei assistindo em looping. Quem mora em São Paulo já deve conhecer o trabalho do artista argentino Tec. Nas ruas de Perdizes, ele já desenhou uma lagartixa, um rato e um peixe no asfalto.

Dessa vez, escolheu um bairro menos hype, Americanópolis, na zona sul. O desenho parece simples: uma pipa. Legal, mas e aí? E aí que filmaram o local com um drone e dá o efeito de que a pipa está se movimentando.

Links na bagagem :: leituras da semana #2

Essa semana tem mais Cuba e Nova York, mas tem também curiosidades sobre as cores, dicas úteis para viajantes sobre sites de hospedagem e amenities de hotéis e imagens de satélite pelo mundo.

O significado das cores ao redor do mundo – Follow the Colours

Foto: Shutterstock, via Follow the Colours

Foto: Shutterstock, via Follow the Colours

O FTC, meu blog do coração, vem fazendo um especial muito bacana com curiosidades sobre cada uma das cores, o Gotas de Cor. Mas o post da vez é bem para quem gosta de viajar: a Carol, autora do site, mostra o significado de cada cor para diferentes países e culturas. Quem diria que o branco é cor de luto em alguns lugares? E o amarelo, que pode representar inveja, você sabia? O mais legal é que as imagens que ilustram o post são lindas de morrer.

Entrevista: Luiza Voll – IdeaFixa

Foto: Luiza Voll, via IdeaFixa

Foto: Luiza Voll, via IdeaFixa

A Luiza é uma das criadoras do Instamission, junto com a Dani Arrais, do Don’t Touch My Moleskine. Tem muita coisa por aí na rede sobre o lado empreendedor da dupla, mas dessa vez fizeram uma entrevista diferente com a Luiza: sobre viagens. E entre as várias coisas bacanas e inspiradoras que ela conta, a mais bonita é a história de um cubano que ela e o namorado conheceram na viagem pela ilha. Acabaram ficando na sua casa e criaram uma relação forte com ele e sua família. Coisa linda!

Obs: Quando a Luiza foi viajar, o Micky, nosso amigo em comum, nos apresentou (eu e o Daniel) pra trocarmos dicas com o casal. E no final eles nos fizeram um lindo favor: levaram para a Yaqueline e a Sonia, que nos hospedaram em Trinidad, fotos da Igreja Virgen de la Caridad, que elas não conheciam pessoalmente. Valeu Luiza e Pedro ❤

Como avaliar as opiniões do TripAdvisor e outros sites de review? – Sundaycooks

Foto do Hotel B, em Lima, via Sundaycooks

Foto do Hotel B, em Lima, via Sundaycooks

Quer pesquisar mais sobre um hotel ou atração turística e fica perdido no meio de tantos comentários de usuários? Então dê uma olhada nesse guia que o Fred Marvilla fez para ajudar a achar a informação que você procura, por onde começar e saber o que vale ou não a pena dar importância.

Fotos da Times Square feitas por um bartender nos anos 70 – Daily Mail

Foto: Sheldon Nadelman, via Daily Mail

Foto: Sheldon Nadelman, via Daily Mail

Semana passada já tinha me encantado com um ensaio parecido feito na mesma época e na mesma cidade, só que no Harlem. Agora olhe essas fotos e imagine o tanto de glamour que tinha a Times Square naquela época. Quase zero perto de hoje né? O mais bacana é que os registros foram feitos por um cara que trabalha em um bar por ali, o Terminal. Sheldon Nadelman, o fotógrafo-bartender, tem hoje 80 anos. As fotos feitas entre 1973 a 1982 retratam em sua maioria prostitutas e moradores de rua.

Timelapse com imagens de satélite de vários lugares do mundo

Print da página do World Time

Print da página do World Time

O site world.time.com/timelapse mostra a evolução de diversas regiões e cidades do planeta em vídeos no esquema timelapse. Gravadas no início da década de 80 até hoje, as imagens mais impactantes são as já destacadas na página, como Dubai e a Floresta Amazônica. Mas você pode ficar brincando de ver a sua cidade ou qualquer outro lugar clicando em “Explore the World” – dá para sentir mais o impacto quando é uma região menos urbana. Coloquei El Calafate e teve mais movimento que São Paulo ou Nova York. Mas é bem legal! Via Raphael Prado.

As coisas que você pode (e as que não pode) “surrupiar” de um quarto de hotel – Blog Achados

Foto via blog Achados

Foto via blog Achados

A Adriana Setti vira e mexe posta umas reflexões que eu adoro no seu blog da Viagem e Turismo. Dessa vez, o texto é mais uma utilidade pública. Afinal, o que é mesmo permitido levar de um hotel? Uma aula de bom senso às vezes é necessária para ninguém pagar mico tipo o Ross naquele episódio de Friends. Recordar é viver (veja inteiro, vale a pena!):