Nova York :: Halloween

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Varanda de uma casa em Long Island City, no Queens. Família toda esperando para festejar o Halloween. Fotos do post: Débora Costa e Silva

Não bastasse o clima ameno e a beleza do outono com suas folhas alaranjadas, visitar Nova York durante o mês de outubro também vale super a pena por causa do Halloween, celebrado no dia 31. É uma oportunidade única de observar casas, vitrines, bares e até parques decorados com abóboras, fantasmas, bruxas, teias de aranha, monstros e tudo mais que remete ao universo do terror.

Logo no início do mês muitos estabelecimentos já colocam as abóboras em sua decoração, mas é na semana anterior ao dia 31 que a cidade realmente se transforma. Fantasias e acessórios são vendidos até nas farmácias, os restaurantes preparam receitas e drinks com abóbora, cafeterias fazem o Pumpking Late e, claro, a programação de festas temáticas é imensa. A mais tradicional ainda é a Village Halloween Parade, em que milhares de pessoas caminham pela 6ª avenida fantasiadas.

A data é super especial pra mim porque sempre festejei o “Dia das Bruxas” com as amigas, com direito a fantasia, decoração caprichada e até “trick or treat”. Por aqui já estou curtindo desde sexta-feira (28) – até passei um pouco de vergonha porque saí de peruca achando que todo mundo ia estar no clima, só que não rs, demorei até encontrar um pessoal caracterizado. No sábado é que as ruas ficaram cheias de gente fantasiada de tudo quanto era personagem – uma das cenas mais engraçadas foi quando vi dois caras vestidos de dinossauros andando de bicicleta (!).

Pra entrar no clima, cliquei as decorações mais legais (algumas fofas, outras assustadoras) que encontrei aqui em Nova York:

Em Long Island City, no Queens, os moradores capricharam ❤

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Nas vitrines de lojas, bares e restaurantes…

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Não precisa de caveira, só as abóboras já ditam o clima

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Mas é claro que tem gente que vai além e arrasa 😉

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Aqui na residência onde eu moro, o pessoal também foi bem criativo:

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Na Jackson Square, perto da estação 14th Street, o clima tá bem macabro:

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Links na bagagem :: Leituras da semana #13

A semana começou com tudo por aqui, já que vivi uma pequena revolução nos últimos dias com a mudança de trabalho (conto mais sobre isso em breve). Mas as leituras continuaram de vento em popa e foi até difícil escolher o que foi mais interessante para essa edição do Links na Bagagem de tanta coisa legal que rolou! Se tiver sugestões, sinta-se a vontade para deixar um comentário 😉

AirBnb doce AirBnb – #cool

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Eba, finalmente vou conseguir citar o blog delícia da minha amiga Melissa Pio <3. Por lá só tem coisa bonita de ver: tem decoração, coisas que ela apronta na máquina de costura, itens de consumo (e sonho) e alguns posts de viagem também (já rolaram várias dicas de decoração com mapa!). Mas agora ela começou uma série de posts só com casas e apartamentos lindos de arrasar encontrados no AirBnb. Para quem curte decoração e viagem, não deixe de acompanhar!

O mundo precisa de hostels que aceitem idosos. Ou vai precisar – Mochila Pride

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A Ludmilla Balduino do site da Viagem & Turismo fez uma reflexão bem interessante neste post. Tudo porque ela encontrou um hostel lá em Tel Aviv que restringia a idade para 45 anos! Eu que adoro ouvir e escrever as histórias de viagem da turma da terceira idade (como foi com o Sérgio de Mendoza e com o Marito de Bariloche), achei essa questão super pertinente. Afinal, será que o estilo de viagem de hostel precisa mesmo ser restrito aos jovens? Seria bacana ver espaços assim com facilidades (tipo rampa e elevador) e atividades para os mais velhos.

Coisas que aprendi viajando sozinha – El País

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Ok, ok, o título não é dos mais originais e você já deve ter visto um texto parecido em algum momento. Por que destaco esse da Lola Hierra? Porque achei um dos mais sinceros relatos sobre mulher que viaja sozinha que já li. Não gosto de radicalismos, do tipo “toda mulher um dia tem que viajar sozinha”. Se a pessoa não quer e não tem vontade, pra quê que vai? E o texto encerra com uma conclusão dessa, que tem momentos que a gente não tá afim de ficar sozinha. Isso significa que a pessoa é dependente, carente, ingênua etc? Não né! Ou o contrário também: não é porque a pessoa viaja sozinha que seja super independente, seja antissocial ou sei lá mais o que.

Ah, além da parte reflexiva do texto, tem também boas dicas práticas, tipo levar remédios e absorventes daqui, não desconfiar de toooodo mundo (mas não confiar também em toooodo mundo) e a que eu mais gostei: “Não precisa se vestir de Indiana Jones” hahaha. Vale a leitura!

The obsessively detailed map of American literature’s most epic road trips – Atlas Obscura

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“On the Road”, o clássico do Jack Kerouac, é um dos principais romances norte-americanos que falam sobre cair na estrada e atravessar os Estados Unidos de ponta a ponta. Mas existem vários outros, cujos personagens percorrem outros caminhos tão interessantes quanto. E aí, como escolher a sua rota dos sonhos pela terra do tio Sam? Esse mapa te ajuda, mostra vários caminhos percorridos na ficção e te dá comichões de fazer logo uma road trip por lá – tem também a caminhada do livro/filme Wild.

[Sense8: Decoded] Arthur Veríssimo: Culturas e Conexões

Graças a dica da Ludmilla, já citada aí em cima, descobri essa série de vídeos que o Netflix tem feito sobre temas abordados na série Sense8 – que eu já falei por aqui no blog detalhadamente. Tem vídeo sobre transexualidade e mistérios do cérebro, mas esse do Veríssimo, mestre viajante, está demais. Dá uma olhada, é uma piração que só!

Onde está o Wally? Em Hong Kong! – Bússola de livros

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O blog de literatura infanto-juvenil da Thais e da Helo destacou esses dias essa exposição que eu quis morrer quando soube. Sou super fã do Wally, imagina só entrar nessa pequena amostra do universo do personagem? Só de escrever já bate aquela nostalgia da infância. E afinal de contas, o Wally é um turista de primeira né, se não me engano tem mais de um livro dele só dedicado a viagens.