Nova York :: Café da manhã & Brunch

Old Country Coffee, meu café preferido de NY – Foto: Haeri S./Yelp

Café da manhã é amor sincero, amor verdadeiro <3. Minha refeição favorita merece um post especial por aqui, dedicado só aos lugares onde comi nas manhãs de Nova York. Apesar de quase todos os dias ter tomado café da manhã na residência onde eu morava – o saudoso Webster Apartments -, obviamente dei um pulo em alguns cafés e restaurantes da cidade para saborear outros quitutes.

Sei que logo me acostumei ao aguado café americano, sempre servido fervendo em baldes (o tamanho dos copos são enormes para os nossos padrões tão habituados a xícaras pequenininhas). Quando voltei, até achei os nossos expressos fortíssimos. Geleia foi outro item que incorporei ao cardápio depois da viagem. Nunca fui chegada a comer doce pelas manhãs, mas como a oferta por lá é grande, a cada dia ia pegando um pouquinho e quando vi, já não conseguia ficar sem 🙂

Brunch é outro costume típico dos novaiorquinos, programa clássico aos domingos. Que delícia que era passar a tarde jogando conversa fora e me esbaldando com bagels, panquecas, ovos, café e mimosas (suco de laranja com espumante). Além dos momentos de calmaria, na correria também descobri alguns bons lugares para tomar café, quando tava atrasada para algum compromisso, mas precisava dar uma paradinha para comprar um americano e tomar aquela injeção de ânimo ou esquentar o corpo.

Minha relação com os cafés ficou ainda mais forte quando comecei a passar tardes e mais tardes em algumas cafeterias, seguindo o exemplo da musa Patti Smith. Em seu livro “Linha M”, que li durante minha estada em NY, os cafés são cenários de alguns belos momentos de reflexão e descritos com bastante poesia. Em dias frios ou quando meu espírito não estava dos mais animados, elegia um cantinho desses como refúgio e esse ritual foi uma das coisas que mais marcou minha viagem 🙂

Bom, vamos ao que interessa: aí vai a lista dos lugares que mais curti tomar café da manhã (ou da tarde) em Nova York ❤

Old Country Coffee

Não poderia começar com outro lugar, já que foi aqui onde passei boa parte das minhas tardes atualizando o blog, fazendo os frelas, organizando fotos e até vendo Gilmore Girls. Conheci o espaço já no terceiro dia em que estava em Nova York. Queria passar a tarde de boa em algum café e me encantei por este, na própria 34th street, a um quarteirão de onde eu morava.

A decoração rústica, com móveis de madeira e poltronas de couro, e a trilha sonora de jazz e soul já me ganharam de cara. Ali virou meu ponto de parada preferido, levei amigos, fiz amigos e experimentei um pouco de tudo: café, capuccino, chá, suco de laranja, bagel com cream cheese, cheesecake, muffin de blueberry, tortas e bolos.

O preço é um pouco salgado, mas recomendo o cardápio inteiro de olhos fechados. No entanto, é o ambiente que faz o lugar ser especial e aconchegante, tanto em dias tranquilos quanto movimentados.

Mais: https://www.yelp.com/biz/old-country-coffee-new-york

Riviera Cafe & Sports Bar

Taí um dos meus lugares preferidos da cidade. Já tinha ido lá à noite e gostado do clima, com área ao ar livre para os dias quentes, outra parte fechada para os dias frios, e um subsolo fervido com uma galera acompanhando jogos de beisebol ou futebol americano na TV. Mas foi graças a amiga Rogéria, PhD em Nova York e autora do blog Vem Pra NY, que descobri sua melhor versão: point para brunch aos domingos.

Por um preço fechado (US$ 18), você tem direito a qualquer prato do cardápio de brunch e bebidas à vontade. Sim, isso mesmo, incluindo café e mimosa. O clássico Eggs Benedict é delicioso e esse esqueminha é perfeito para curtir as tardes de domingo.
Mais: www.rivieracafeny.com

Baz Bagel

Falando em brunch, outro cantinho delicioso que descobri com outra amiga, a Parrichat, foi o Baz Bagel, que como o próprio nome diz, é o lugar para quem é fã de bagel, especialidade da casa. Lá tem muita variedade de pães, de recheios e acompanhamentos. Eu pedi bagel feito com canela (!) recheado de cream cheese misturado com blueberry (foto). Apenas maravilhoso <3. O ambiente é todo fofinho, com decoração clean e delicada, amei!
Mais: https://www.bazbagel.com

Red Eye Coffee

Uma portinha vermelha com um cartaz de lousa na porta me chamou a atenção num dia em que estava atrasada e precisava de um café para acordar. A minúscula cafeteria na 9th Avenue em frente a loja B&H me ganhou pela qualidade do café e do atendimento. Voltei e me apaixonei de vez, porque comi o melhor cookie da minha vida. O biscoito é macio na medida, com gotas de chocolate cremosas e generosas (não é um pingo, é praticamente um recheio de tanto que vem. Maravilhoso ❤
Mais: https://www.yelp.com/biz/red-eye-coffee-new-york

Southern Hospitallity BBQ

Com fome e com pressa, eu e minha amiga Mari acabamos entrando neste restaurante para almoçar rapidinho, pois iríamos ver em instantes o musical The Color Purple. Sem reserva e em pleno pico do horário de almoço, os minutos de espera para conseguir uma mesa pareciam uma eternidade, mas meu humor mudou no momento em que o um grupo de bluegrass, composto por músicos que pareciam saídos direto de Nashville, começou a tocar ao vivo. Aí caí nas graças do restaurante ❤

Além da música, a decoração da casa também contribui para essa atmosfera mais country, com mesas, bancos e piso de madeira, luz baixa, parede de tijolos aparentes e janelas envidraçadas com vista para a rua. O negócio ficou bom mesmo quando chegaram nossos pratos. Comi Eggs Benedict (sim, de novo, sempre rs) e tava sensacional, mais apimentado do que em outros lugares – o que eu adorei – e uma carne macia e suculenta (afinal, churrasco é a especialidade da casa). Pena que conheci só no final da viagem, repetiria com certeza em um dia com mais tempo para curtir o som- que rola sempre aos domingos durante o brunch 😉
Mais: http://www.southernhospitalitybbq.com/

Café Henri

Em Long Island City, no Queens, fui encontrar uma amiga, a Cris, nos arredores da estação de metrô Vernon Boulevard – Jackson Avenue. Caminhamos pela Vernon Boulevard, onde há diversos restaurantes e barzinhos legais, e encontramos este bistrô francês super charmoso. O café estava mesmo uma delícia, mas o ponto alto para mim foi a sobremesa: crème brûlée com morango e hortelã. Além de tudo era bem servido. Depois descobrimos que o café é do chef Cosme Aguillar, da Casa Enrique, restaurante que já conquistou uma estrela Michellin.
Mais: https://henrinyc.com/cafe-henri/

***

E aí, faltou algum café ou restaurante nesta lista? Deixe sua dica nos comentários! 🙂

Para ler mais sobre os passeios que fiz em Nova York, clique aqui!

Fotos: Débora Costa e Silva – exceto a primeira e segunda foto do Old Country Coffee (Haeri S/Yelp), a do Red Eye Coffee (Peter C/Yelp) e a primeira foto do Southern Hospitallity BBQ (divulgação).

Dicas :: Bagagem de mão

Definir o que levar na bagagem de mão parece a parte mais simples na arrumação das malas, mas dependendo do destino e do tipo de viagem ( com poucas ou várias horas de voo ou de ônibus), o que vai na mochila ou malinha é quase tão importante quanto o que vai parar no bagageiro.

Óbvio que cada um vai criando seus rituais de viagem e tem necessidades específicas, nada deve ser regra. A cada viagem fui adquirindo novos hábitos e cada vez sentindo falta de alguma coisa. Por sorte, também percebi que levava itens completamente desnecessários – ainda bem, senão a mala só ia crescer com o tempo :P. Em um momento totalmente ~blogueira trend~, listei abaixo os itens que são imprescindíveis pra minha bagagem de mão:

Carteira para documentos

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Eu costumava colocar os documentos importantes (passaporte, cartão de milhas, RG, etc) numa pastinha plastificada. Mas acumuladora de tralha que sou, essas pastinhas acabavam cada vez mais cheias de papeizinhos, dinheiro, cartão, ia colocando tudo ali. E aí rasgava ou virava uma zona. Até que um amigo me deu de presente uma carteira com zíper e bolsinhos ideais para esses documentos e melhorou muito o esquema! Principalmente porque ali também cabe…

Bloquinho e caneta

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Depende do tamanho do bloco de notas, mas os menores cabem tranquilamente nessa carteira ou mesmo na bolsa. E são úteis para anotar qualquer coisa que você precisar, inclusive pirações e observações da viagem caso role um momento de tédio durante o voo. Por isso, mais indispensável ainda é andar com uma caneta, até porque é comum termos que preencher algum formulário chegando ou saindo de algum lugar.

Fone de ouvido

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Eu não confio no fones que as companhias aéreas distribuem nos aviões. Ou não encaixam bem na orelha, ou não funcionam, ou as duas opções. Para garantir a trilha sonora da viagem, ou mesmo a sessão pipoca que vai rolar durante o voo, é melhor levar o seu fone 😉

Livro ou revista

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Ansiosa que sou, gosto de garantir algumas distrações para não me entediar durante uma viagem. Por isso sempre levo pelo menos um livro e às vezes alguma revista para ler no ônibus ou durante um voo. Até porque, a bateria do celular pode acabar e me deixar sem música ou pode ser que o sistema de entretenimento a bordo não esteja disponível ou ainda bata um cansaço da programação. Sem contar que é uma delícia ler enquanto estamos na estrada ou nas nuvens, viajamos ainda mais longe.

Kit hidratação: colírio, soro fisiológico e manteiga de cacau

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Após passar alguns voos com a garganta, o nariz, a boca e os olhos secos, comecei a me preparar melhor para as viagens longas de avião. Segundo essa matéria do Todos A Bordo, o nível de umidade dentro de um avião cai para menos de 20%. Para se hidratar, se aliviar e também manter seu organismo funcionando direitinho, a dica é levar sempre que possível colírio, soro fisiológico para pingar no nariz e algum protetor labial. E, claro, beber bastante água, o que nos leva a…

Garrafinha d’água

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Ok, isso talvez seja frescura minha, mas é que eu tenho muita sede, ainda mais em uma situação de secura como essa que acabei de descrever. Para não ter que ficar levantando toda hora para pegar um mísero copo d’água, eu levo uma garrafinha vazia e encho em algum bebedouro dentro da sala de embarque (já que não dá para entrar com líquidos). Já teve vezes que acabei comprando uma garrafinha carérrima em algum café só para garantir – não é o ideal, mas…

Advil – ou qualquer outro remédio que lhe apeteça

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Momento hipocondríaca, mas vai que rola uma dor de cabeça, uma enxaqueca ou até mesmo cólica durante uma viagem? Ah não, prefiro me certificar de que terei uma solução para essas situações – já basta o desconforto de estar apertada na classe econômica encarando horas de voo #classemédiasofre. Então é sempre válido carregar uma cartelinha de Advil ou de algum remédio que te alivie a dor ou o mal estar.

Escova e pasta de dente

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Acho importante levar em viagens longas, mas também nas curtas. Nunca se sabe se vão extraviar sua mala, se a conexão será cancelada, enfim, tudo pode acontecer e é bacana que o hálito esteja fresco, né? Ainda mais se você pegar no sono, nada melhor que escovar os dentes para dar uma acordada e conseguir conversar com os outros sem medo de ser feliz.

Chiclete

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Sim, esse item pode quebrar o galho de quem não colocou o kit escova + pasta de dentes na mochila, mas não só. Chicletes são muito úteis durante viagens de avião para ajudar a desentupir o ouvido principalmente durante pousos e decolagens, quando rola uma mudança brusca da pressão atmosférica e isso prejudica a entrada do ar nas tubas. A recomendação clássica é fazer o movimento de deglutição, o que com um chiclete pode ficar ainda mais fácil. Só não exagerem, já dizia minha mãe que mascar chiclete demais faz um rombo no estômago e dá fome, e aí teremos outro problema.

Carregador do celular

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Todo mundo que tem smartphone sabe que a bateria desses aparelhos não dura nada – principalmente se você tiver um Iphone :-(. Para não deixar o samba morrer e ficar sem música para ouvir, sem acesso a Facebook, Instagram e tudo o mais que for necessário para sua alegria de viver (inclusive ver as horas, importantíssimo durante uma viagem), leve sempre o carregador com o plug junto. Há cada vez mais tomadas disponíveis (e funcionando!) nas salas de embarque e até alguns aviões (maravilhosos <3) que já contam com entrada USB nas poltronas.

Mudinha de roupas

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Como já disse acima, tudo pode acontecer com seu voo e sua mala. E como seguro morreu de velho, não custa muito (só um pouco, eu sei) levar roupinhas extras. Eu não exagero para a mochila não ficar pesada ou volumosa: uma camiseta, roupa íntima e um par de meias estão mais do que suficientes. Se estou indo para um lugar mais frio, óbvio que já carrego junto um cachecol, par de luvas e um gorro. Se estiver indo para um lugar mais quente, levo uma sandália baixa e leve para não fritar de calor. E seja para onde for, faça a temperatura que for, eu sempre levo um bom casaco porque quase sempre passo frio durante os voos.

Extra: maquiagem e câmera fotográfica

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Tem coisas que levo, mas que não acho que sejam universais. Nas minhas viagens sempre ando com uma malinha à parte em que carrego minha máquina fotográfica e lentes. Ultimamente tenho usado pouco, confesso, por preguiça de carregar peso e porque o celular tem dado conta do recado, mas tá sempre comigo :-). Outro item que para mim é importante é a maquiagem. Nada demais, só um batom e uma base para dar um tapa no look na chegada e não ficar com cara de quem fez maratona de séries, ficou com insônia durante o voo etc.

E aí, essa lista tá grande demais pro seu gosto? Ou esqueci de alguma coisa importante? Comenta aí! 😉

Preparativos para Cuba

Mapa antigo de Cuba, exposto em um forte de Havana. Foto: Débora Costa e Silva

Mapa antigo de Cuba, exposto em um forte de Havana. Foto: Débora Costa e Silva

Por não ser um destino muito convencional, Cuba pode parecer um lugar meio difícil de fazer o planejamento, mas não é. Existem agências especializadas e alguns macetes para reservar hospedagem. Vou compartilhar aqui como montei minha viagem, lembrando que fui em 2010 – já faz um tempinho.

Melhor época

Cuba fica no Caribe, ou seja, na rota dos furacões. Os meses que não são recomendáveis para ir para essa região são julho, agosto, setembro e outubro (às vezes pode chegar a novembro). É raro acontecer, mas é bom evitar, né? Eu fui no meio do mês de novembro e peguei tempo bom, todos os dias de sol, mas não estava um calor insuportável também. Escolheu o mês errado ou está inseguro? Leia mais sobre os furacões no Caribe aqui.

Companhia

Eu, Daniel e nossas papetes (quase) centralizadas no salão do Museu de la Revolución. Foto: Débora Costa e Silva

Eu, Daniel e nossas papetes (quase) centralizadas no Museu de la Revolución. Foto: Débora Costa e Silva

A ideia era ir sozinha, mas ainda bem que não fui. Deu certo do meu amigo Daniel ir junto e foi ótimo por mil motivos – me sentir mais segura por lá é um deles, mas o principal é que ele me animava muito para fazer as coisas diferentes. Ele é meu amigo da faculdade de Jornalismo, mas é multi-uso: fala 7 línguas, fez Gastronomia e Antropologia, escreveu e atuou em peças de teatro e é dos amigos mais ponta firme que eu conheço (sorry Dani, seu currículo de vida é muito extenso, não cabe aqui haha). Ah sim, foi ele que me deu a dica de comprar papetes, que eu estreei nesta viagem e não larguei mais <3.

Duração

Meu sonho era ficar um mês rodando o país, mas o dinheiro não ia dar – e há males que vem para o bem, porque acho que seria tempo demais. Fechamos em duas semanas e foi ótimo, deu pra conhecer bastante coisa diferente. Mas acho que depende do que você quer da sua viagem – acho que 10 dias em Cuba é o ideal para conhecer Havana e pelo menos outras duas cidades e numa boa, sem correria.

Moeda

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Nota de 3 pesos cubanos (Flickr: James Malone / Creative Commons)

Cuba tem duas moedas: o peso cubano, utilizado apenas por locais, e o CUC (Peso Cubano Convertível), que é utilizado pelos turistas. Recomendaram que a gente levasse dinheiro em Euro para trocar pela moeda local. O dólar até era aceito, mas no câmbio eles descontavam uma taxa que desvalorizava a moeda graças a medidas protecionistas criadas pelo estado para evitar a circulação do dólar. Agora que as relações entre os EUA e Cuba melhoraram, talvez isso esteja perto de acabar, mas por ora, melhor levar Euro.

Agência

A primeira coisa que fiz foi procurar uma agência especializada em Cuba para ver qual era o esquema. À princípio não era bem o que eu queria, mas eu não sabia direito por onde começar e minha mãe, dona Ivani, que monta viagens no trabalho dela há 25 anos e tem as manhas, insistiu: comece com uma agência.

Na verdade queria fazer uma coisa super independente, tinha um preconceito com agências, achava que as viagens eram sempre iguais, mas não é bem assim né? Agências podem facilitar muito, conseguir bons descontos e oferecer a possibilidade de personalizar sua viagem – e foi o que fizemos e foi ótimo.

Começamos a negociar com a Sanchat Tour e a agente era uma cubana que vivia aqui, então ela dava dicas bem úteis sobre como as coisas funcionam por lá. Fechamos com a agência o seguinte:

  • Passagens de ida e volta com a Copa Airlines, com conexão no Panamá
  • Translado para o aeroporto em Havana, na ida e na volta
  • Hospedagem de cinco noites em um hotel em Havana (era a condição para fechar o aéreo). Dividimos em três noites na ida e duas noites na volta (ideia da dona Ivani)
  • Seguro viagem

À parte do pacote, também providenciamos:

  • Visto para Cuba (na época era R$ 50) – a agência fazia, mas cobrava à parte
  • Taxa de embarque no Brasil e em Cuba
  • Vacina de febre amarela – não é exigido em Cuba, mas no Panamá

Céu durante o voo de Cuba de volta para o Panamá. Foto: Débora Costa e Silva

Céu durante o voo de Cuba de volta para o Panamá. Foto: Débora Costa e Silva

Resultado

O único problema que tivemos foi com o transfer da volta, que não apareceu no hotel no horário combinado e tivemos que gastar com táxi na última hora.

De resto, o esquema de fechar a maior parte dos serviços com uma agência foi perfeito, nos facilitou muito. Foi ótimo ter garantido a hospedagem antes de sair do Brasil para os primeiros dias, nos deu mais segurança e conforto.

E conseguimos também deixar o resto da viagem mais livre e ir fechando o roteiro e a hospedagem conforme a gente decidia o que ia fazer – isso também deu certo (contarei mais sobre hospedagem em Cuba em outro post).