Paraíba :: Litoral sul

paraiba_debora8

Vista da Praia de Coqueirinho do alto de um mirante. Fotos do post: Débora Costa e Silva

O roteiro que fiz pelo litoral sul da Paraíba, pela Costa do Conde, foi bem mais dedicado à praias do que o do litoral norte e, confesso, gostei bem mais do que vi por lá! Conheci a nudista Tambaba e fiz um passeio bem divertido em um carro 4×4 por mirantes incríveis. Como já contei nos posts anteriores, fechei os roteiros com a Luck Receptivo e no programa deles esse tour é o “Praias da Costa do Conde – Litoral Sul”. Como é difícil descrever com precisão (e sem clichês) toda a beleza que vi, deixei o post bem recheado de fotos para vocês terem uma ideia 😉

:: LITORAL SUL ::

Praia Bela

paraiba_debora11

A primeira parada do roteiro é na Casa dos Doces, que vende quitutes caseiros típicos da região, como cocadas, rapaduras, doce de leite, de banana etc. Dali seguimos para a Praia Bela, que tem uma faixa de areia entre o rio Mucatu e o mar, ou seja, dá para curtir um pouco de água salgada e doce numa tacada só.

paraiba_debora10

Além do visual lindíssimo, os turistas que visitam a praia têm à disposição uma estrutura bacana para passar o dia, com direito ao serviço do restaurante instalado ali, que serve bebidas e comidinhas em seus quiosques. E o mar… é apenas maravilhoso!

paraiba_debora9

Penélope Charmosa

Muita gente já tinha comentado que esse passeio era imperdível, mas superou as minhas expectativas. Em um carro 4×4 cor de rosa, o guia Rodrigo – cujo nome artístico é Rodrigay – encarna a Penélope Charmosa, personagem do desenho animado “Corrida Maluca” (popular aqui no Brasil nos anos 70 e 80) e, também vestido de rosa dos pés à cabeça, leva turistas para mirantes pela Costa do Conde.

paraiba_debora13

Com oito pessoas a bordo, o guia-motorista percorreu a toda velocidade estradinhas de terra, contando piadas e histórias da região ao som de músicas de filmes e desenhos, como a da própria Corrida Maluca, Indiana Jones, Missão Impossível, entre outros.

Parece brega – e é um pouco mesmo, mas também por isso vale a pena. É pitoresco e um jeito divertido de conhecer o lugar, graças a criatividade do Rodrigo, que antes já fazia esse tour, mas após alguns anos resolveu incrementar a experiência.

paraiba_debora16b

Vista panorâmica da Praia de Coqueirinho

Os mirantes, que são na verdade o ponto alto do passeio, revelam paisagens paradisíacas, dignas de cartão postal, vistas a partir de pontos privilegiados que os tours mais tradicionais não levam.

"Dedo de Deus" é um dos mirantes mais famosos e o nome foi dado por conta dessa formação rochosa de forma pontuda

“Dedo de Deus” é um dos mirantes mais famosos e o nome foi dado por conta dessa formação rochosa de forma pontuda

paraiba_debora17

O passeio partiu da Praia Bela, mas caso não faça o roteiro com a Luck, recomendo entrar em contato pela página do Facebook, marcar diretamente com ele e garantir seu lugar, porque é bem concorrido.

Tambaba

paraiba_debora18

Enquanto saímos para fazer o passeio da Penélope, o resto do grupo da excursão seguiu para Tambaba, famosa pela praia de nudismo, a primeira a ser tornar oficial no Nordeste. Lá não tem jeito de entrar só para observar: tem mesmo que tirar a roupa. O negócio é sério e tem até campeonato de surfe, o Tambaba Open de Surf Naturista.

paraiba_debora19

Mas quando chegamos lá, já estava no final do tour e tivemos pouco tempo para curtir a praia, então não consegui visitar o lado naturista nem mergulhar, mas ainda assim deu para apreciar o visual das piscinas naturais.

Praia de Coqueirinhos

A última e mais longa parada do passeio foi aqui, onde almoçamos no restaurante Tropicália, descansamos nas espreguiçadeiras e curtimos a praia. Rodeada por rochas vulcânicas, falésias e, como o próprio nome diz, coqueiros, a praia é deliciosa, água morna, areia fofa e bem tranquila.

paraiba_debora21

Só prepare o fôlego, porque para acessá-la é preciso descer um barranco íngreme e na hora de subir de volta, quem tiver exagerado no almoço, na cerveja ou nas caipirinhas vai sofrer um pouquinho :P.

Paraíba :: Litoral norte

Pôr do sol na Praia do Jacaré é uma das atrações mais famosas da Paraíba. Foto: Débora Costa e Silva

Pôr do sol na Praia do Jacaré é uma das atrações mais famosas da Paraíba. Foto: Débora Costa e Silva

Ao viajar para uma capital do Nordeste, os passeios mais populares geralmente são o city tour básico e uma visita às praias ao norte e ao sul da cidade. Não acho que seja por falta de atrativos do próprio destino, mas é que a capital acaba sendo a porta de entrada para quem quer conhecer um pouco de tudo que o estado oferece. Quando estive em João Pessoa, visitei um pedacinho do litoral sul e do litoral norte e adorei, deu para curtir uma variedade maior de atrações. Claro que muitas outras praias ficaram de fora, mas a vida é assim, temos que fazer escolhas que estejam de acordo com o tempo e a verba disponível rs.

Como já contei no primeiro post sobre a viagem à Paraíba, fechei os passeios com a Luck Receptivo e o que mais gostei foi que eles oferecem experiências exclusivas e diferentes para seus clientes. Aí vão mais detalhes sobre os primeiros passeios:

:: LITORAL NORTE ::

Com duração de um dia, o roteiro tem algumas paradas menores, como o Marco Zero da rodovia Transamazônia (nem descemos do ônibus, o pessoal da excursão fez foto da janela mesmo) e o outlet Meggashop, que vende roupas, acessórios e calçados esportivos. Vamos às principais atrações:

Projeto Tartarugas – praia de Intermares

Praia de Intermares, onde as tartarugas marinhas depositam seus ovos. Foto: Débora Costa e Silva

Praia de Intermares, onde as tartarugas marinhas depositam seus ovos. Foto: Débora Costa e Silva

A primeira parada foi para conhecer o projeto Tartarugas Urbanas – Guajiru, uma ONG que preza pela proteção dos ninhos de tartaruga depositados na praia. Os turistas assistem a uma rápida palestra da bióloga Rita Mascarenhas, diretora do grupo, que explica como funciona o trabalho. Os voluntários protegem os ninhos, ajudam no parto dos filhotes, fazem salvamentos e, claro, lutam pela preservação da praia para que as tartarugas continuem voltando para ter seus filhotes ali em segurança.

Praia em Cabedelo

Praia em Cabedelo, uma das paradas do passeio pelo litoral norte da Paraíba. Foto: Débora Costa e Silva

Praia em Cabedelo, uma das paradas do passeio pelo litoral norte da Paraíba. Foto: Débora Costa e Silva

No município de Cabedelo, fizemos uma longa parada no restaurante Lovina, na praia da Ponta de Campina. A comida e o serviço estavam na média, mas o que chama a atenção é o espaço em si, já que oferece uma boa estrutura para quem vai passar o dia, como banheiros, duchas, lojinhas e amplo espaço em tendas para descanso na sombra. De areia fofa, a praia ali é tranquila, limpa e gostosa para caminhar.

Fortaleza de Santa Catarina

Foto: Débora Costa e Silva

Foto: Débora Costa e Silva

Construída em 1586 em madeira e taipa para proteger a região, a fortaleza fica em uma área elevada de Cabedelo – que significa ponta de areia ou pequeno cabo. Por ter sido refeita mais de cinco vezes, sua estrutura preserva características de diferentes épocas. Além disso, é um local histórico por ter sido palco de lutas contra os invasores holandeses no Nordeste na época do Brasil Colônia. A fortaleza conta com um belíssimo mirante com canhões apontando para o mar, capela, prisão e alojamentos, que abrigam obras de arte e gravuras da época.

Foto: Débora Costa e Silva

Foto: Débora Costa e Silva

Praia do Jacaré + Bolero de Ravel

Um dos programas mais famosos e turísticos da Paraíba é assistir o pôr do sol na Praia do Jacaré, que na verdade não é bem uma praia, e sim o belíssimo rio Paraíba. O nome jacaré também engana. Ao contrário do que a maioria pensa, ali não havia jacarés – apesar de que hoje algumas estátuas do animal decoram a orla e chamam a atenção dos turistas. O nome foi dado porque anos atrás havia uma espécie de hidroporto, onde pousavam aviões menores e quando isso acontecia, formava-se uma onda com a aparência de uma boca aberta, daí a relação com o bicho.

Jurandir do Sax se apresentando no catamarã. Foto: Débora Costa e Silva

Jurandir do Sax se apresentando no catamarã. Foto: Débora Costa e Silva

A grande atração fica por conta do músico conhecido como “Jurandir do Sax“. Há 23 anos, ele executa a música “Bolero de Ravel” durante o pôr do sol e, nos últimos 16 anos, vem promovendo o espetáculo diariamente em uma canoa. Ele já ultrapassou as 5 mil apresentações e continua sendo aguardado por turistas que visitam o local. Fiquei pensando: como será tocar a mesma música todos os dias no mesmo horário? Diz ele que cada apresentação é única e tem sua emoção própria.

Achei bonito vê-lo surgir em seu barquinho no horizonte, em meio às águas iluminadas pelo sol. Por outro lado, me incomodei com toda a encenação que faz parte do pacote: o guia do catamarã anunciando sua chegada pelo microfone, uma batida eletrônica marcando o ritmo da música tocando ao fundo e os turistas se aglomerando para fazer fotos e vídeos. Como toda atração que começa autêntica e ganha popularidade, essa também acabou virando um espetáculo “para turista ver”. Ainda assim recomendo por ser algo tão único, inusitado e, para quem entra no clima e consegue se isolar da muvuca de turistas, emocionante também.

No local há diversas lojinhas que vendem suvenires, roupas, artesanato, doces e comidas típicas. Até julho de 2015, havia também bares e restaurantes no píer, mas eles tiveram que ser fechados e demolidos, pois estavam instalados de forma irregular. Quando estivemos lá, todo o trecho estava passando por reformas.

A história é bastante polêmica e os donos dos bares ficaram revoltados. Bem ou mal, os estabelecimentos eram uma opção para quem quisesse apreciar o pôr do sol com o “Bolero de Ravel” tocando ao fundo enquanto comia um petisco sentado a uma mesa. Se por um lado ficou mais democrático e todos podem curtir a vista do rio gratuitamente, por outro a única opção que sobrou para quem quer um pouco de conforto foi o passeio de catamarã.

No nosso caso, o catamarã já fazia parte do pacote e achei que valeu a pena. Enquanto navegávamos pelo rio, ouvimos do guia as histórias da praia do Jacaré, assistimos a uma violinista tocar músicas típicas e os mais animados se jogaram em uma quadrilha com um casal vestido de Maria Bonita e Lampião que animava o público. O diferencial oferecido pela operadora foi que, ao final da execução do “Bolero de Ravel”, o Jurandir subiu em nossa embarcação e tocou mais algumas músicas. Quem estava no mirante podia ouvir também, graças ao sistema de áudio do artista, mas ainda assim tivemos a chance de vê-lo de perto.

João Pessoa :: Hospedagem e preparativos

Orla de João Pessoa na calmaria em plena semana de Réveillon. Foto: Débora Costa e Silva

Orla de João Pessoa na calmaria em plena semana de Réveillon. Foto: Débora Costa e Silva

Viagem de ano novo é aquela história: tem que planejar com meses de antecedência para pagar um preço minimamente razoável e ter tempo livre o suficiente para conseguir escapar do trânsito se for para o litoral. Eu e minha mãe só começamos a agilizar a viagem da virada de 2015 em novembro, já em cima da hora. Nada recomendável, mas felizmente deu tudo certo e conseguimos sair de São Paulo pra curtir o Réveillon.

Queríamos escolher um lugar inédito para nós duas, de preferência em alguma praia do Nordeste. Após algumas pesquisas, acabamos percebendo que os melhores preços, tanto de passagem quanto de hospedagem, eram de João Pessoa – último destino de férias da minha mãe. Como ela voltou apaixonada por lá e topou repetir a dose, achei que seria bacana conhecer a cidade que ela tanto falava bem.

Passagens
Não teve muito mistério: ficamos de olho nos preços e compramos quando achamos que valia a pena, ponto. Mas tenho duas coisas a destacar:

Horário ingrato pelo menos garante um visual incrível do nascer do sol. Foto: Débora Costa e Silva

Horário ingrato pelo menos garante um visual incrível do nascer do sol. Foto: Débora Costa e Silva

1) A ida foi no dia 25 de dezembro às 7h e a volta no dia 1º às 10h. Horários cruéis para quem fica até tarde curtindo a ceia de Natal e a virada do ano, mas os preços são beeeeem mais simpaticos!

2) Fomos de Avianca e, como nas outras viagens, fiquei extremamente satisfeita com a empresa: tem espaço maior entre as poltronas, entretenimento a bordo (séries, filmes, programas etc), entrada USB para carregar o celular (é detalhe, mas faz toda a diferença), atendimento bom, não tivemos atrasos nem outros perrengues e o lanchinho era bem honesto. Podendo escolher, será sempre ela! ❤

Onde ficar
A ideia era ficar em um hotel próximo a praia, mas não tão perto da muvuca. Alguém informou minha mãe que o palco do show do Réveillon seria na praia de Tambaú, um dos pontos centrais das praias de Jampa (eu amei esse apelido da cidade <3). Pensamos em nos hospedar em Cabo Branco, ao sul da orla, só que a maioria dos hotéis da cidade já estavam 100% ocupados. Quase chegamos a desistir da viagem, quando por sorte encontramos no Booking.com disponibilidade no hotel que minha mãe já tinha se hospedado antes. Aliás, dica de ouro: dê sempre uma olhadinha nos sites de hospedagem, porque alguns hotéis oferecem quartos exclusivamente nesses sistemas – como foi o caso – e podem salvar a pátria em situações assim.

Bairro Manaíra

Praia de Manaíra, bem tranquila. Foto: Débora Costa e Silva

Praia de Manaíra, bem tranquila. Foto: Débora Costa e Silva

O Hotel Hardman fica em frente ao mar, no bairro de Manaíra, a 15 minutos a pé de Tambaú, onde fica um grande centro de artesanato, alguns restaurantes, lojas e quiosques na praia, e a 30 minutos de Cabo Branco, onde tem mais barzinhos e agito na praia. Por outro lado, Manaíra é onde ficam dois shoppings, o Manaíra e o Meg, há também opções de restaurantes e uma praia praticamente deserta. Para quem curte a calmaria, é perfeito: há alguns vendedores de água de coco no calçadão e de resto é você, areia e o mar. Já para quem quer ter à disposição guarda-sol, caipirinha, ducha, música, comidinhas etc, não recomendo.

Praia de Manaíra, em João Pessoa. Foto: Débora Costa e Silva

Praia de Manaíra, em João Pessoa. Foto: Débora Costa e Silva

Como queríamos ficar mais afastadas da movimentação, valeu a pena. Não tinha trânsito e nem uma grande quantidade de pessoas na avenida em frente ao hotel – mesmo no dia 31, não achamos que a cidade estava caótica, esperávamos ver algo tipo Guarujá e tava longe disso. E quando queríamos explorar lojas e restaurantes no resto da orla, íamos a pé a maioria das vezes, e na volta, dependendo do cansaço, apelávamos para um táxi – para ter uma ideia, uma corrida de Manaíra até Tambaú custa em torno de R$ 10 e para Cabo Branco R$ 15 no máximo (é tudo muito pertinho).

Hotel Hardman

Piscina do hotel Hardman, com vista para a praia de Manaíra. Foto: Ivani Pavoski

Piscina do hotel Hardman, com vista para a praia de Manaíra. Foto: Ivani Pavoski

O hotel é três estrelas e conta com uma estrutura bem legal: tem piscina, sauna, restaurante, barzinho e academia. O quarto era espaçoso, com camas confortáveis, uma copa (com pia, balcão, armários, mesa com duas cadeiras), além do frigobar, televisão e ar condicionado. O banheiro era pequeno, mas o chuveiro ótimo compensava. No aspecto geral, é perceptível a necessidade de algumas manutenções ou melhorias, mas nada que comprometa a qualidade do hotel.

Quarto do Hardman. Foto: Débora Costa e Silva

Quarto do Hardman. Foto: Débora Costa e Silva

O destaque vai para a gastronomia. Eu geralmente não espero comer incrivelmente bem em um hotel, mas dessa vez comi muito melhor no Hardman do que em muitos outros restaurantes e lanchonetes de João Pessoa. No restaurante deles, o L’Atlantique, já arrasava logo no início do dia com o café da manhã: fartura de pães e frutas, queijos, sucos, café, chá, bolos (deliciosos), além da opção de  comer omelete ou tapioca feitos na hora.

Pratos elaborados e deliciosos! Foto: Divulgação

Pratos elaborados e deliciosos! Foto: Divulgação

No almoço e no jantar, haviam pratos elaborados e bem servidos (como em todos os restaurantes da região), alguns com a apresentação caprichada. O meu prato preferido foi mesmo uma sobremesa de chocolate maravilhosa, a Taça Ganache, doce na medida certa. Ah, e as porções servidas na piscina também eram super gostosas, como espeto de queijo coalho e carne de sol, pescada ao maracujá e finger food de frango.

Passeios
Deixamos para escolher os passeios só quando chegássemos em João Pessoa e lá fechamos um pacote com a Luck Receptivo – que eu já conhecia de quando tinha ido ao Recife e achei os guias bem bons. Fechamos três passeios: praias do litoral norte, praias do litoral sul e o tour pela Roliúde Nordestina, no interior da Paraíba.

Jurandir do Sax se apresenta no catamarã da Lucky Receptivo na Praia do Jacaré. Foto: Débora Costa e Silva

Jurandir do Sax se apresenta no catamarã da Lucky Receptivo na Praia do Jacaré. Foto: Débora Costa e Silva

O atendimento foi super bom, eles tiram dúvidas até pelo Whatsapp, tudo muito prático. Os guias também eram ótimos, todos atenciosos e pacientes, só esperávamos ouvir um pouco mais da história dos lugares. Talvez isso não seja lá muito importante pra alguns – não sei se quem quer ir tomar sol na praia esteja super afim de ouvir história né? – mas queríamos ter aprendido mais sobre a cultura de cada cidade ou atração. Bom, há guias e guias, né? Não tem jeito.

Agora, o que achei super vantajoso foram as atrações exclusivas oferecidas pelo receptivo em alguns passeios. Por exemplo, o “Jurandir do Sax” — músico da região que toca o “Bolero de Ravel” todos os dias durante o pôr do sol em um barquinho na Praia do Jacaré –, ao final de sua apresentação, subiu ao catamarã da Luck para tocar exclusivamente para seus passageiros, que puderam ver o artista de perto.

Bom, só queria dar uma geral sobre a viagem pra depois falar com detalhes de cada passeio nos próximos posts! Vem mais Paraíba por aí \o/